Medicina Sexual Masculina · São Paulo
A disfunção erétil afeta mais de 50% dos homens acima dos 40 anos. Em muitos casos, ela é sinal precoce de doença cardiovascular. Existe tratamento eficaz para a grande maioria dos pacientes — o primeiro passo é uma avaliação especializada.
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Diagnóstico completo da causa
Avaliação cardiovascular integrada
DE pode ser o primeiro sinal de doença do coração
Tratamentos baseados nas diretrizes EAU 2024
Do comprimido à prótese peniana
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Atendimento em São Paulo
Diagnóstico e causas
A disfunção erétil raramente é "só psicológica". Na maioria dos homens acima de 40 anos, existe uma causa orgânica — e frequentemente ela é um sinal de alerta cardiovascular.
Causas vasculares (as mais comuns):
Outras causas:
As artérias do pênis são menores que as coronárias e são afetadas primeiro pela aterosclerose. Homens com DE têm risco significativamente maior de infarto nos anos seguintes — por isso investigamos o coração também.
Opções de tratamento
Existe tratamento eficaz para a grande maioria dos graus de disfunção erétil. A escolha do melhor tratamento depende da causa identificada:
Avaliação na consulta
Histórico clínico completo e medicamentos em uso
Testosterona total e livre
Glicemia, lipidograma e perfil hormonal
PSA para rastreamento da próstata
Doppler peniano quando indicado
Dúvidas frequentes
Depende da causa. Quando a causa é corrigível — como testosterona baixa, medicamento que pode ser substituído ou estilo de vida inadequado — a cura é possível. Em outros casos, o tratamento controla o problema com alta eficácia. A maioria dos homens encontra uma solução satisfatória.
Sim. As artérias do pênis são menores que as coronárias e são afetadas primeiro pela aterosclerose. Estudos mostram que homens com DE têm risco aumentado de infarto nos anos seguintes. Por isso, a avaliação cardiovascular faz parte da consulta.
A disfunção erétil pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum após os 40 anos. Em homens jovens, a causa psicológica é mais frequente. Após os 50 anos, causas orgânicas — vasculares, hormonais e neurológicas — predominam.
Os inibidores da PDE-5 (Viagra, Cialis) têm eficácia em cerca de 70% dos casos. Quando não funcionam, existem outras opções como injeção intracavernosa e prótese peniana. O importante é não desistir sem antes fazer uma avaliação especializada.
Totalmente. A consulta urológica é confidencial como qualquer consulta médica. Muitos homens adiam a busca por ajuda por vergonha — mas a disfunção erétil é uma condição médica como outra qualquer, com tratamento estabelecido e eficaz.
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