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Uro-oncologia · São Paulo

Câncer de Próstata:
Diagnóstico Precoce e
Tratamento Especializado

O câncer de próstata é o tumor mais comum entre os homens no Brasil. Quando diagnosticado precocemente, tem taxa de cura superior a 95%. Conheça as opções de diagnóstico e tratamento disponíveis.

Dr. Bruno Hurtado Rodrigues

Especialista em Uro-oncologia
Mestre em Oncologia pelo AC Camargo Cancer Center

Cirurgião Robótico Certificado
Sistema Da Vinci — Prostatectomia Radical

Baseado nas Diretrizes EAU/AUA 2026
Protocolos internacionais atualizados

CRM-SP 139.902 · RQE 55.410
Atendimento em Vila Olímpia e Ipiranga

Como é feito o diagnóstico?

O câncer de próstata raramente causa sintomas nos estágios iniciais — por isso o rastreamento preventivo é fundamental. O diagnóstico é feito por:

  • PSA (Antígeno Prostático Específico): exame de sangue simples, principal ferramenta de rastreamento
  • Toque retal: avaliação do tamanho, consistência e contorno da próstata
  • Ressonância magnética (mpRM): identifica lesões suspeitas com alta precisão antes da biópsia
  • Biópsia de próstata: confirma o diagnóstico e determina o grau de agressividade (Escore de Gleason)

Segundo as diretrizes da EAU 2026, o rastreamento com PSA é recomendado a partir dos 50 anos — ou dos 45 anos para homens com histórico familiar ou ascendência africana.

95%
Taxa de cura quando diagnosticado localmente
+65mil
Novos casos estimados no Brasil por ano (INCA)
50
Anos — idade para iniciar rastreamento com PSA
45
Anos — para homens com fatores de risco

Tratamento do Câncer de Próstata

O tratamento depende do estágio do tumor, do Grupo de Grau (Gleason), da idade e das condições clínicas de cada paciente. As principais opções são:

  • Vigilância ativa: para tumores de baixo risco (Grupo de Grau 1) — monitoramento rigoroso sem tratamento imediato
  • Prostatectomia radical robótica (RARP): remoção da próstata com auxílio do robô Da Vinci — menor sangramento, recuperação mais rápida e maior preservação dos nervos
  • Radioterapia: opção para tumores localizados ou localmente avançados
  • Hormonioterapia: indicada em casos avançados ou em combinação com outros tratamentos

A cirurgia robótica oferece 64% mais chance de preservação nervosa em relação à cirurgia aberta convencional, com impacto direto na recuperação da continência urinária e da função sexual.

Cirurgia Robótica vs. Aberta

Perda de sangue 516 mL menos
Internação 1–2 dias a menos
Preservação nervosa 64% mais chance
Complicações 40% menos

Perguntas mais comuns

Não necessariamente. O PSA pode estar elevado por próstata aumentada (HPB), prostatite ou infecção urinária. Um PSA elevado é um sinal de alerta que exige investigação urológica — não é um diagnóstico isolado.

A partir dos 50 anos para homens sem fatores de risco, e a partir dos 45 anos para homens com pai ou irmão com câncer de próstata ou com ascendência africana ou afro-brasileira.

Não. Tumores de baixo risco (Grupo de Grau 1) podem ser monitorados com vigilância ativa. A cirurgia é indicada conforme o grau de agressividade, a idade e as condições clínicas de cada paciente.

A cirurgia robótica permite maior preservação dos nervos responsáveis pela ereção em comparação com a técnica aberta. A recuperação da função erétil depende de vários fatores individuais e pode levar meses — mas as chances são maiores com a técnica robótica.

Sim. O câncer de próstata localizado tem taxa de cura superior a 95% com tratamento adequado. Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as chances de tratamento menos invasivo e com menos efeitos colaterais.

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